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maio 21, 2013

toques/influências de Wisława Szymborska [2/2]



(...)

True love. Is it really necessary?
Tact and common sense tell us to pass over it in silence,
like a scandal in Life's highest circles.
Perfectly good children are born without its help.
It couldn't populate the planet in a million years,
it comes along so rarely.

Let the people who never find true love
keep saying that there's no such thing.

Their faith will make it easier for them to live and die.

[ka@2013,krakow]

toques/influências de Wisława Szymborska [1/2]



View with a Grain of Sand                                                                  [ka@2013,krakow]

We call it a grain of sand, 
(...)

Our glance, our touch means nothing to it.
It doesn't feel itself seen and touched.
And that it fell on the windowsill
is only our experience, not its.
For it, it is not different from falling on anything else
with no assurance that it has finished falling
or that it is falling still.

The window has a wonderful view of a lake,
but the view doesn't view itself.
It exists in this world
colorless, shapeless,
soundless, odorless, and painless.

(...)
And all this beheath a sky by nature skyless
in which the sun sets without setting at all
and hides without hiding behind an unminding cloud.
The wind ruffles it, its only reason being
that it blows.

A second passes.
A second second.
A third.
But they're three seconds only for us.

Time has passed like courier with urgent news.
But that's just our simile.
The character is inverted, his hasts is make believe,
his news inhuman.

dezembro 31, 2012

"por-do-ano"

[ka@dez2012]

dezembro 28, 2012

casa...

... local de acolhimento, aconchego, familiaridade, sussurros,
cumplicidades, chá e bolo de chocolate com nozes ...

[ka@guincho, dez2012]

dezembro 19, 2012

outono arrumado

[ka@galiza, 2011]

dezembro 01, 2012

a atitude:

Question Everything
[©Lauren Bauer, on Flickr - basta clicar...]

novembro 23, 2012

com saudades do calor e silêncio do majestoso Grand Canyon

[ka@Grand Canyon, South Kaibab trail, Maio 2012] 

... escarpas, despidas pela erosão, revelam marcas fortes do passado, num conjunto de estratos geológicos muito particulares (cor, estrutura, composição, origem...) que permitem revisitar cerca de 2 mil milhões de anos de históriauma das teorias propostas para explicar a formação do canyon, o oceano terá existido quando este pedaço de planeta se encontrava algures na linha do Equador, a 4000 km de distância(!), há 200 mil anos atrás. o que hoje nos é dado a conhecer resulta da dinâmica intrínseca do nosso planeta, da tectónica, e é alvo de teorias que merecem exploração na grandeza do Canyon, como a teoria “DUDE: Deposition, Up-lift, Down cutting, Erosion”.


... as culturas índias (tribos Havasupia, Hualapai, Paiute, Navajo e Hop) remontam a milhares de anos de Canyon, e nos últimos séculos cruzam-se perigosamente com a história de europeus e americanos. há lugares remotos aos quais só pode chegar-se por caminhadas de longas horas, ou pelo rio Colorado. para descobrir, histórias de aventureiros, exploradores, índios, políticos, e mineiros que marcaram a paisagem. exemplo particular,  os aventureiros irmãos Kolb que deixaram um testemunho muito importante sobre a vivência do Canyon no início do século XX, justificando uma visita ao Estúdio de fotografia Kolb instalado com vista privilegiada sobre o trilho Bright Angel, onde podem visionar-se filmes registados com técnicas inovadoras para a época e em condições bastante complicadas, como aquelas oferecidas pelos rápidos do rio Colorado. 

... o Canyon tem muitos outros espectadores para além dos humanos: imponentes veados-mula, inúmeros esquilos; corvos perscrutadores; falcões peregrinos e condores (espécie protegida e em pequeno número) a patrulhar e a identificar restos mortais das suas presas; gaios-azul, corvos, e os impressionantes andorinhões em voos de alta velocidade.

... desafia turistas e amantes da natureza. é visitado por cerca de 4 milhões de visitantes anuais, mas a estatística diz que apenas 1 a 5 % dos visitantes desce abaixo da linha do topo. o tempo médio de visita ao parque natural é de cerca de 6h, mas podendo, fica-se muito mais tempo. visitar o Canyon implica percorrer os seus caminhos, descer e subir os trilhos que recortam as encostas dos desfiladeiros em repetidos zig-zag vencendo a variação brusca de elevação, respeitando a imponência e a severidade que a natureza ali nos apresenta. dispondo de mais tempo pode descobrir-se o rio Colorado em caminhadas mais longas, de alguns dias, passando pelos ranchos que apoiam os caminhantes na base do desfiladeiro, outrora pontos de apoio para mineiros e exploradores.
regressa-se com vontade de voltar, trazendo no bolso o silêncio colorido dos desfiladeiros, pontuado com sussurros de vento, e pequenos pedaços de rocha.

[ka@Grand Canyon, South Kaibab trail, Skeleton Point, Maio 2012]

agosto 29, 2012

entre/between [antoni muntadas]



só até 2 de Setembro, no Centro de Arte Moderna da FCG


resultado de experiências sensoriais na exposição de Antoni Muntadas:

[ka@ago12]



agosto 21, 2012

porto

não vale a pena comentar, pois não? 

[ka@batalha, porto, ago12]

agosto 15, 2012

postal fotográfico de cascais

[ka@guia, ago12]

fevereiro 22, 2012

[corso carnavalesco de 2012, ka@matosinhos]

fevereiro 19, 2012

assalto de cascas ao P3 [susana blasco]


não é só por tratar de cascas... vale mesmo a pena espreitar o trabalho de Susana Blasco. simplicidade carregada de significado(s).



do P3:


Raptámos o seu pequeno-almoço cor-de-rosa e outras refeições delicadas. Acariciámos o Bonaparte e esmagámos duas ou três nozes. O mosaico de fotografias de @descalza é tão real que quase podemos tocar-lhe. “Passo muitas horas em frente ao computador. O Instagram é uma terapia para momentos aborrecidos”, disse ao P3 a designer gráfica Susana Blasco. “Por isso, a maioria dos temas que aparecem nas minhas fotografias são objectos próximos, coisas simpes e insignificantes que me rodeiam. São colagens de fotos ou de livros antigos. E, claro, partes do meu gato Bonaparte, o meu modelo favorito”. LOC

janeiro 15, 2012

ternurento...

restless [gus van sant, 2011]

janeiro 04, 2012

Youkali [Ute Lemper]

a minutos de 2012, um sms transporta-me para a voz de Ute Lemper cantando Les Filles de Bordeaux de Kurt Weill. consequentemente, regressei à voz, que aqui partilho em registo intimista, adequado à hora tardia, através desta bela interpretação do tango Youkali  

[Youkali e Les Filles de Bordeaux, canções da obra Marie Galante de Jacques Deval, musicada por Kurt Weill]

dezembro 23, 2011

paisagens no centro de arte moderna da gulbenkian

numa rápida passagem pelo CAM, senti-me como quem regressa a casa de família, 
tanto pelas pessoas como  pelos espaços. de algumas das exposições, 
fiquei contente com a presença promissora de artistas portugueses da minha geração:

Adelina Lopes [1970 - , Braga] / Paisagens: desconstrução dos objectos/ideias, criando concretizações desses mesmos objectos/conceitos  à luz de novas perspectivas. trabalho limpo, minimalista. será que há uma influência assumida de Alvess? há certamente afinidades entre ambos.
(Imagem cheia, fotografia, 2008)

Nuno Cera [1972 - , Lisboa] / Paisagens:
simetrias na paisagem, pequeno ingrediente para alimentar a curiosidade e fazer partir para a descoberta de outros trabalhos não menos imponentes também enquadráveis no tema. retratos do mundo dos nossos dias, com alguma crueza, mas sem sensacionalismos baratos.
(B-sides #11:Túnel, fotografia)

Rui Calçada Bastos [1971 -  , Berlin e Lisboa] / Colecção Permanente CAM:
vários ingredientes que cativam o observador de imediato. o toque retro da imagem preto e branco granulado. o acto camuflado do objecto-captador de imagem. o olhar indiscreto através do espelho-mala. reflexos que se misturam. inconsistência inicial da sobreposição de imagens aparentemente desconexas. os vultos anónimos que se deslocam no plano imagem. muito bom! Depois, uma pagina web cheia de coisas (fotos, vídeos, instalações, textos... ) para descobrir com tempo.
(The Mirror suitcase man, vídeo)

maio 26, 2011

telurismo

no  verão de 2008 passei por Monsanto da Beira. terra encantadora. já vi escrito em vários locais que é a "terra" mais portuguesa de Portugal. não concordo, mas tem, sem dúvida, os seus encantos. impossível ser indiferente à coexistência dos penedos e dos homens que os procuraram habitar, construindo casas em seu redor, erguendo um povoado aos pés de um castelo esvaziado de onde a vista pode alcançar o descer do sol através da serra da gardunha, ou do moradal. e se agora é pitoresca e turística, o realizador Manuel Guimarães propõe um olhar bem mais assustador, ainda que encantador, no seu "Crime da Aldeia Velha", adaptação da obra de Bernardo Santareno, supostamente escrita a partir de um caso real ocorrido em Marco de Canaveses... Manuel Guimarães não poderia ter escolhido melhor local de filmagens.  ao que consta, a maioria do elenco era constituído, à data, por habitantes de Monsanto. a fotografia é fantástica.

uma pequena amostra
[O crime da aldeia velha, de Manuel Guimarães,1964]

março 12, 2011

Rosas Danst Rosas [Anne Teresa de Keersmaeker]

criação minimalista,   sublime, datada de 1983. emoções e movimento.
visitou o CCVF recentemente, no GUIdance.
fica aqui registado em versão bem mais intimista:



[unpazzogiudizio@youtube, portal a manter debaixo de olho...]

janeiro 17, 2011

Às Artes, Cidadãos! [Serralves, até Março 2011]

na  foto, uma palavra em mural, escrita a cabelos colados [António de Sousa, Sem título, 2010], criando um belo efeito felpudo, gigante na sala central da exposição de Serralves. nas outras fotos, o famoso cão Loukanikos, com direito a facebook youtube blogs páginas web e outros afins, lembrando que tanto pode o gervásio reciclar, como um cão impor a sua presença e solidariedade, senão mesmo a voz de comando, nas fileiras da frente dos movimentos activistas actuais. no fundo, não é o cão o melhor amigo do homem?...




setembro 29, 2010

junho 23, 2010